segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Quebre o silêncio
Palavras. Ditas, choradas, silenciadas, mas ainda sim, palavras. Que digo, tento dizer, não consigo, que param no nó da garganta tentando desatar o nó da alma, a agonia. Não são apenas sons, letras, fonemas, ou sínteses. São sentimentos jogados ao mundo de um jeito que possa ser compreendido, mesmo que às vezes não se possa compreender. Palavras que queriam ser ouvidas, esquecidas, que perseguem, machucam, maltratam, mas que fazer renascer, dão luz, esperança. Se um dia se fizerem lágrima, no outro podem se transformar, e assim como borboletas, carregar a felicidade nas asas. Expressão, impressão. Vamos, quebre o silêncio...
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