A solidão é como uma noite de céu nublado. escura, fria, melancólica. Por mais que haja esforço, não se consegue enxergar luz, as estrelas somem, e a Lua, por si, morre. Na solidão, a agonia consome, os olhos se fecham em lágrimas, e o caminho se segue sem ter uma mão na qual segurar.
Mas um dia, por acaso, por destino, talvez, o céu se abra. Por qual razão? Alguém... E a Lua renasce, as estrelas se põem a brilhar, assim como os olhos. Não há frio, melancolia. A agonia foge, sobra o conforto, e a alegria. Os olhos se abrem a um mundo novo, e se por acaso se fecharem em lágrimas, serão de gratidão e felicidade. E além do mais, há de quem se segurar a mão...
Agradeço a ti, por trazer as estrelas de volta pro meu céu agora claro, límpido, sereno (as estrelas mais brilhantes são aquelas que tomo pelos seus olhos). Porque a felicidade que eu achei que nunca teria, você me trouxe. Porque um mundo que eu achava distante, agora é real. Porque você apareceu...
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Assinar:
Comentários (Atom)
